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Seis são presos em ação que encontrou produtos vencidos em mercados de Imbituva

14 de março de 2018 às 20:58
Fiscalização conjunta da Polícia Civil, Ministério Público e Vigilância Sanitária

Seis pessoas foram presas em uma ação que encontrou produtos vencidos em supermercados de Imbituva, na região central do Paraná. A fiscalização conjunta foi feita pela Polícia Civil, pelo Ministério Público (MP) e pela Vigilância Sanitária.

Na terça-feira (13), uma pessoa foi presa devido a irregularidades em um mercado. Foi essa situação que desencadeou a ação realizada nesta quarta-feira (14), com a fiscalização de outros cinco mercados.

De acordo com a polícia, os responsáveis por seis mercados, onde os produtos fora do prazo de validade foram apreendidos, foram presos e autuados por expor à venda produtos impróprios para consumo. Um dos detidos já pagou fiança e foi liberado nesta quarta.

O número de produtos apreendidos não havia sido contabilizado até a publicação desta reportagem, mas, segundo a delegada responsável pelo caso, havia itens como pão, carne, suco e iogurte.

Alguns produtos tinham vencido entre janeiro e fevereiro deste ano, e outros estavam sem a data de validade.

Segundo a Vigilância Sanitária, será aberto um processo administrativo sanitário para apurar a responsabilidade de cada estabelecimento comercial. Terminado o processo, é aplicada a penalidade, que pode ir desde uma advertência por escrito, até a interdição do local.

Além disso, os estabelecimentos foram notificados para realizar as adequações necessárias, pois, no caso de um dos mercados, a padaria foi interditada por não apresentar as condições exigidas pelo órgão.

O MP informou que aguarda a conclusão do inquérito policial para se posicionar.

O outro lado

A defesa dos proprietários dos mercados informou que considera a prisão dos responsáveis pelos estabelecimentos comerciais exagerada e que vai entrar com um pedido de liberdade para os clientes.

No entanto, a defesa reconhece que houve falha no processo de substituição dos produtos e revela que vai entrar com um pedido de liberdade para os clientes.

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Por Michael Ferreira, RPC Ponta Grossa