Placa na BR-277 divulga Museu de Ciências Naturais da Unicentro

12 de abril de 2018 às 18:23

 

O Museu de Ciências Naturais da Unicentro guarda em seu interior um grande acervo, que conta um pouco dos processos de desenvolvimento do planeta. Por ano, muitos visitantes passam todos os anos por ele.

Principalmente, estudantes de Guarapuava e região, que vem em excursões organizadas pelo colégios.

Mas, a partir de agora, essa visitação pode ser intensificada. Isso porque o Museu está mais visível graça a uma grande placa instalada às margens da BR-277. O outdoor convida os viajantes, que vêm sentido Foz do Iguaçu-Cutitiba a conhecerem o acervo.

A sinalização está a oito quilômetros do Museu e foi instalada pela Ecocataratas, concessionária que administra o trecho da rodovia até Guarapuava. A ideia desse tipo de divulgação, segundo o professor Marcio Fernandes, partiu do Gabinete da Reitoria da Unicentro.

 

“O Museu de Ciências Naturais da Unicentro é um espaço único em todo o centro do Paraná e está, de uma certa forma, escondido do ponto de vista midiático, do ponto de vista de sinalização na rodovia.

Então, aí que surgiu a ideia da gente buscar outros parceiros, incluindo as duas concessionárias que atuam nessa região da BR-277, a Ecocataratas no sentido para Cascavel e a Caminhos do Paraná já no sentido Curitiba, para que tentássemos sensibilizá-las no sentido de conseguirmos autorização e recursos também para colocar sinalização na BR nos dois sentidos”, detalha.
A princípio, a placa deve ficar instalada durante três meses. Mas, já existe uma tratativa para ampliar esse prazo. Além disso, com o conta Marcio, há negociações em andamento para que outras sejam afixadas no trecho que liga Curitiba a Guarapuava, que é administrado pela concessionária Caminhos do Paraná. “Isso daria um outro status de visibilidade para o Museu.

Quanto mais pessoas descobrirem isso, quanto mais pessoas estiverem informadas disso, melhor”.

O Museu de Ciências Naturais fica no interior do Parque Municipal das Araucárias, espaço que, recentemente, também passou por uma revitalização.

“Nos últimos cinco anos, foi uma mudança total. São várias atividades que a gente vem promovendo e que têm chamado a atenção de toda a população de Guarapuava e da região”, explica o secretário Municipal de Meio Ambiente de Guarapuava, Celso Araújo.

Devido ao grande fluxo de pessoas no Parque, também estão sendo confeccionadas placas para sinalização interna, com recursos da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, através do Fundo Municipal para o Meio Ambiente.

Para o diretor do Museu, professor Maurício Camargo, com essas placas, o número de visitantes, que já é significativo, deve aumentar ao longo desse ano. “As sinalizações revelam a importância que o Museu de Ciências Naturais, hoje, tem para o município e também para os turistas.

Nós temos um número médio de 1.200 visitas por mês, das quais em torno de 15% de visitantes de outros estados, outros municípios e até mesmo de outros países”, afirma.

Quem se interessar em conhecer o Museu, de acordo com o diretor Maurício Camargo, poderá conferir um acervo numeroso e variado. “Nós continuamos com nossa coleção permanente, o acervo.

Na área de malacologia, que são conchas do todo o mundo, nós temos uma das exposições mais ricas do interior do Estado. Também temos alguns fósseis, entre eles, a preguiça gigante que tinha mais de três metros de altura. Temos um dos fósseis mais antigos do estado do Paraná, com 1,2 bilhão de anos.

E, além disso, minerais e rochas ígneas muito bonitos, alguns raros. Também a sala de entomologia, em que o visitante poderá ver as borboletas,besouros, aranhas e escorpiões. Todos eles taxidermizados, que ajudam-nos a compreender melhor a natureza”.

O Museu de Ciências Naturais funciona de terça-feira à domingo, incluindo feriados, das 9h às 12h e entre 13h e 17h.

 

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