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Paralisação dos caminhoneiros começa a tomar conta do Paraná

21 de maio de 2018 às 11:03

Bloqueio na BR-376, em Ponta Grossa, nos Campos Gerais/Foto: Valdecir Galvan/RPC

Segundo a ultima atualização da PRF os pontos em que existe paralisação por conta da greve dos caminhoneiros nas rodovias federais que cortam o estado do Paraná já são 10:

BR-116, quilômetro 67, Quatro Barras, na Região de Curitiba – em andamento;
BR-277, quilômetro 6, Paranaguá, no litoral – em andamento;
BR-376, quilômetro 502, Ponta Grossa, nos Campos Gerais – em andamento;
BR-376, quilômetro 257, Califórnia, no norte – andamento;
BR-153, quilômetro 43, Santo Antônio da Platina, no norte pioneiro – em andamento;
BR-153, quilômetro 112, Ibaiti, no norte pioneiro – em andamento;
BR 163, quilômetro 86, Capanema, no sudoeste – em andamento;
BR 373, quilômetro 247, Guamiranga, na região central – em andamento;
BR-373, quilômetro 264, Prudentópolis, na região central – em andamento;
BR-277, quilômetro, 340, Guarapuava, na região central – em andamento.

O protesto se da principalmente pelo alto preço do óleo diesel e pelos altos tributos pagos ao governo.

No norte do estado, na PR-090, na entrada para Assaí, caminhoneiros estão proibidos de passar pela rodovia. Carros, ônibus e caminhões com cargas vivas e perecíveis passam normalmente.

O protesto também bloqueia a rodovia PR-445, entre Cambé e o distrito da Warta, em Londrina, também no norte. A Polícia Rodoviária Estadual (PRE) não informou a quantidade de motoristas participantes ou se há congestionamento no local.

Em Maringá, na PR-317, no norte do Paraná, o protesto está concentrado próximo ao contorno norte.

O movimento é liderado por motoristas autônomos, e todos os caminhões são obrigados a parar. Os veículos que não querem parar são obrigados a retornar. Só estão liberados caminhões com cargas vivas e com medicamentos.

Ainda há registro de manifestação na PR-463, no trecho entre Colorado e Paranacity, ainda no norte do estado.

“O óleo diesel está muito caro. Sabemos que o motivo é a situação internacional, mas o governo poderia ajudar reduzindo outras demandas, como o pedágio. Está muito difícil trabalhar”, diz o motorista Carlos Alexandre Nowascki.

Fonte: G1/PR