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Comprar material escolar agora pode render uma economia de até 15%

27 de novembro de 2018 às 12:35
Muitas famílias já começaram a pesquisar preços e, assim, gastar menos no início do ano

Foto: Franklin de Freitas

A corrida por materiais escolares para o próximo ano letivo já começa a se intensificar em Curitiba, com os pais começando a fazer pesquisas de preço e aproveitando o pagamento da primeira parcela do 13º salário para comprar os materiais com antecedência, o que garante maior tranquilidade na hora das compras e economia de até 15%.
Marcos Pedri, diretor comercial do Grupo Livrarias Curitiba, comenta que os itens de papelaria (como mochilas, cadernos, penais, apontadores, borrachas e outros) já tiveram aumento na procura, enquanto os livros didáticos costumam ser comprados entre o fim de janeiro e metade de fevereiro. “Esse ano as pesquisas começaram mais cedo e isso mostra que os pais estão antecipando a compra dos materiais escolares, usando parte do 13º salário e se prevenindo de outros gastos de fim de ano”, diz o executivo. A primeira parcela do 13º deve ser paga até o dia 30 deste mês.
“Sai a lista de materiais escolares nós já começamos a procurar, porque dezembro já é correria e tem muito gasto por causa das festas de final de ano. Além disso, como compramos tudo com antecedência, conseguimos deixar aquilo que percebemos estar mais caro para comprar depois, quando baixar o preço”, afirma Elizele da Cruz Raposo, de 34 anos, que já comprava os materiais escolares que serão utilizados pelo seu filho, Welington, de 6.
No fim de ano, os consumidores ainda encontram muitos produtos do estoque, o que barateia o custo. Além disso, as compras nas lojas especializadas costumam serem mais tranquilas. O movimento maior costuma crescer conforme as semanas vão passado e os pais recebam as listas de material das escolas.
“Ainda está cedo. Até estamos tendo alguma coisa (procura), mas mais no horário de almoço. Daqui umas duas semanas é que deve começar uma procura maior, é sempre depois da primeira semana de dezembro que começa a vir a demanda”, explica Pedri.

Fonte: Bem Paraná