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Paraná é referência para o Teste do Pezinho

6 de junho de 2019 às 20:41
O Teste do Pezinho é um exame feito a partir do sangue coletado, preferencialmente, do pé do recém-nascido. Por meio dele, é possível detectar, de maneira efetiva, algumas doenças genéticas ou metabólicas que podem comprometer a saúde da criança.

No  Dia Nacional do Teste do Pezinho, o governo do Estado apresenta os resultados positivos do serviço disponibilizado em toda a rede de saúde com aproximadamente 17 mil exames realizados a cada mês.

O Teste do Pezinho é um exame feito a partir do sangue coletado, preferencialmente, do pé do recém-nascido. Por meio dele, é possível detectar, de maneira efetiva, algumas doenças genéticas ou metabólicas que podem comprometer a saúde da criança.

Triagem – O teste é obrigatório em todo o território nacional como parte do Programa Nacional de Triagem Neonatal, criado em 2001 pelo Ministério da Saúde.

No Paraná, a análise laboratorial é realizada na Fundação Ecumênica de Proteção ao Excepcional (FEPE), que é o Serviço de Referência credenciado pela Secretaria de Saúde do Estado (SESA).

Além do teste, o governo do Estado disponibiliza acompanhamento para os bebês diagnosticados com algum problema. O tratamento, por meio do SUS, é feito por equipe multidisciplinar especializada e prevê medicamentos e fórmulas especiais.

O atendimento abrange as doenças Fenilcetonúria, Hipotireoidismo Congênito, Fibrose Cística, Anemia Falciforme e outras hemoglobinopatias, Deficiência de Biotinidase e Hiperplasia Adrenal Congênita.

Diferencial – O Paraná é o único Estado que faz a coleta de sangue para o Teste do Pezinho ainda na maternidade, o que agiliza o diagnóstico para as doenças. “Além disso, a Secretaria Estadual da Saúde faz a logística de transporte das amostras para análise na Fepe e, posteriormente, o envio de resultados para as maternidades”, informa Mouseline Domingos, coordenadora do Serviço de Referência em Triagem do Paraná.

Uma pesquisa para detectar outros cinco distúrbios de oxidação de ácidos graxos e deficiências genéticas metabólicas está sendo financiada pelo Estado para a ampliar a triagem neonatal dentro do programa.