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Mais um óbito por dengue e um novo caso de chikungunya no Paraná

16 de julho de 2019 às 18:07
Mais um óbito por dengue foi confirmado neste informe: uma mulher de 72 anos, de Ubiratã, região Centro-Oeste, portador de quadro articular crônico. A morte foi em 30 de maio e o exame confirmou a doença somente agora.

Mesmo com os dias frios, os casos confirmados de dengue continuam aumentando e o Boletim Epidemiológico publicado hoje pela Secretaria de Estado da Saúde totaliza 20.496 casos, contra 18.779 da semana anterior.

Mais um óbito por dengue foi confirmado neste informe: uma mulher de 72 anos, de Ubiratã, região Centro-Oeste, portador de quadro articular crônico. A morte foi em 30 de maio e o exame confirmou a doença somente agora.

O Paraná soma 22 mortes provocadas pela dengue.

As 22 Regionais de Saúde apresentam notificações para a dengue e orientam a Vigilância dos municípios no monitoramento dos casos e medidas preventivas e de combate. São 90 municípios em epidemia; entraram para a relação a partir da publicação do boletim desta semana, Corumbataí do Sul e Santana do Itararé.

Em estado de alerta estão 58 municípios do Paraná.

Chikungunya – Além da dengue, o boletim também apresenta nesta semana um novo caso de chikungunya no Paraná. Foi em Sarandi, na região Noroeste. São 22 casos confirmados e 636 notificados.

O período de monitoramento deste informativo da dengue, chigungunya e zika vírus no Estado começou em 29 de julho de 2018. Esta é a 42ª semana de acompanhamento.

Sobre o zika vírus, o boletim mostra cinco casos confirmados e 310 notificados.

“Os números alertam para a importância do apoio da população na adoção das medidas de combate ao mosquito transmissor das doenças mantendo os domicílios livres de recipientes que geram acúmulo de água.

Pesquisa da Vigilância constata que 77,2% dos criadouros do Aedes Aegypti estão em – residências e quintais, terrenos e imóveis comerciais. Precisamos estar conscientes de que são doenças virais transmitidas pelo mosquito, que se reproduz facilmente em locais que acumulam água parada”, afirma a veterinária Ivana Belmonte, coordenadora da Vigilância Ambiental da Sesa.

Segundo a veterinária, “devemos aproveitar o período do inverno, quando a circulação viral diminui para a eliminação dos criadouros, pois eles resistem por meses. Se não acabarmos com os foco e criadouros agora, teremos aumento ainda maior de casos das doenças na próxima estação”.

Sintomas – Os sintomas iniciais das doenças são febre, de início abrupto, acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo e nas articulações, fraqueza e dor atrás dos olhos. Segundo o médico, Eneas Cordeiro de Souza Filho, da Divisão de Doenças Transmitidas por Vetores da Sesa, “na dengue predominam a dor muscular e a febre alta; na chikungunya, predominam as dores nas articulações e também febre alta,e no zika vírus, a febre é baixa, com vermelhidão, coceira e erupções cutâneas com prurido. Como para o médico é difícil a distinção inicial, trata-se como dengue, que tem a maior chance de agravamento.”