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Boletim Semanal da Dengue aponta um óbito na região Oeste

25 de julho de 2019 às 09:13
O informativo aponta 895 novos casos confirmados. O número diminuiu em relação aos divulgados nos últimos dois meses. Neste período todos os boletins registraram semanalmente mais de mil casos novos de dengue.

O boletim epidemiológico semanal da dengue publicado hoje pela Secretaria da Saúde do Paraná (Sesa) confirma a morte de uma mulher residente no município de Medianeira, na área da 9ª Regional de Saúde de Foz do Iguaçu. Ela tinha 86 anos, com quadro de hipertensão, que evoluiu com arritmia cardíaca grave. O óbito ocorreu no dia 20 de abril, mas a causa da morte estava sendo em investigada.

Boletim – O informativo aponta 895 novos casos confirmados. O número diminuiu em relação aos divulgados nos últimos dois meses. Neste período todos os boletins registraram semanalmente mais de mil casos novos de dengue.

“No inverno existe uma redução da circulação viral, mas não podemos nos descuidar. É neste momento que devemos redobrar a atenção quanto às medidas preventivas da dengue, eliminando os criadouros do mosquito”, afirma Ivana Belmonte, coordenadora de Vigilância Ambiental da Sesa.

O Paraná totaliza 21.391 casos de dengue confirmados. São dados contabilizados a partir da primeira semana de agosto de 2018.

As 22 Regionais Estaduais de Saúde apresentam casos autóctones de dengue, o que significa que as pessoas contraíram a doença na cidade de residência. Hoje são 91 municípios considerados em epidemia da doença.

Na semana anterior eram 89 municípios; entraram para esta relação as cidades de Itaguajé, na região Noroeste, e Assaí, no Norte.

A incidência no Estado é de 187,28 casos por 100 mil habitantes, considerada situação de Alerta de Epidemia pelo Ministério de Saúde (100 a 299,99 casos/100 mil habitantes).

Prevenção – “Mais de 77,2% dos focos do mosquito Aedes Aegypti, transmissor da Dengue, Chinkungunya e Zika Vírus, estão nos quintais das residências, terrenos baldios e imóveis comerciais”, destaca a coordenadora da Sesa. “É preciso aproveitar o período do frio para a acabar com os focos, que normalmente, estão em locais que acumulam água parada”, ressalta.