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Castro, Tibagi, Palmeira e Prudentópolis estão entre as 100 cidades que mais geraram riquezas no campo no Brasil

22 de janeiro de 2020 às 14:42
O líder regional é Castro, o 41º do Brasil, que registrou um VAB da agropecuária de R$ 531,7 milhões em 2017, valor que representa 0,18% de toda a produção nacional. Os outros municípios de destaque são Tibagi (R$ 455,6 milhões), Palmeira (R$ 425,7 milhões) e Prudentópolis (R$ 381,5 milhões). 

Números revelados pelo Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) comprovam a força do agronegócio na economia dos Campos Gerais. O levantamento do Produto Interno Bruto (PIB), divulgado no último mês, aponta que quatro municípios da região estão entre os 100 maiores do Brasil no ranking do Valor Adicionado Bruto da Agropecuária – índice que revela aqueles que mais geraram riquezas no campo no decorrer de um ano. O líder regional é Castro, o 41º do Brasil, que registrou um VAB da agropecuária de R$ 531,7 milhões em 2017, valor que representa 0,18% de toda a produção nacional. Os outros municípios de destaque são Tibagi (R$ 455,6 milhões), Palmeira (R$ 425,7 milhões) e Prudentópolis (R$ 381,5 milhões).

Quanto a análise é restrita aos 399 municípios do Paraná, o destaque regional no agronegócio fica ainda mais evidente. Entre os 10 municípios do Estado com o maior valor, seis são dos Campos Gerais. Aos quatro supramencionados, somam-se Irati e São João do Triunfo, que registraram VAB de R$ 324,3 milhões e R$ 322,5 milhões, respectivamente. Em outras análises, dentre os 20 maiores do Estado, estão nove da região, e entre os 35 maiores do Paraná, estão 16 municípios dos Campos Gerais. Lideram o ranking estadual os municípios de Toledo (R$ 560,4 milhões) e de Cascavel (R$ 555,1 milhões), deixando Castro na terceira posição. Esses três são os primeiros também do Sul do país.

Somados os VABs de todos os 26 municípios dos Campos Gerais, foram gerados R$ 5,6 bilhões em riquezas, o que corresponde a 14,78% de todo o PIB regional, que somou R$ 37,9 bilhões. Entre esses 26 municípios, em 12 deles o agronegócio foi a maior fonte de renda, ou seja, neles, o Valor Adicionado da Agropecuária foi superior aos valores adicionados dos Serviços, da Indústria e da Administração Pública. Para sete municípios a principal atividade se refere ao setor de serviços; em quatro são as indústrias; e em três deles são da administração pública o maior VAB.

Entre eles, destaca-se Tibagi. Do PIB municipal de R$ 871,2 bilhões, um total de R$ 455,6 milhões foram originários da agropecuária. Isso representa que o campo gera mais da metade de toda riqueza gerada na cidade, exatos 52,3%. Os produtos destaque nas cidades da região dos Campos Gerais são a soja e o leite.

 

Crescimento do setor foi de 8,4%

Entre os 26 municípios da região, a maior parte deles, 16, registraram um incremento no Valor Adicionado Bruto da Agropecuária em 2017, na comparação com 2016. A elevação média foi de 8,4%, ao subir de R$ 5,16 bilhões para R$ 5,6 bilhões. Os municípios que tiveram a maior alta na comparação com o ano anterior foram Ivaí, de 57,3% (o incremento foi de R$ 117,6 milhões para R$ 185 milhões); Porto Amazonas, de 38,1%; e Ipiranga, de 34,2%. Por outro lado, a maior queda foi de Jaguariaíva, na casa de 24%, ao reduzir de R$ 127,6 milhões para R$ 96,5 milhões. Castro, a cidade líder regional, teve uma leve queda, de 3%, ao reduzir de R$ 548,3 milhões para R$ 531,7 milhões.

FONTE JORNAL DA MANHÃ PONTA GROSSA.