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Conselho de Ciência e Tecnologia define novas áreas para investimentos

19 de novembro de 2020 às 10:19
São as áreas da agricultura e o agronegócio, biotecnologia e saúde, energias sustentáveis, cidades inteligentes e sociedade, educação e economia. Prioridades são a pesquisa aplicada e a retomada econômica no Estado.

Foto: AENPR

O Conselho Paranaense de Ciência e Tecnologia (CCT-PR) definiu as cinco novas áreas que orientarão a elaboração de políticas públicas relacionadas à Ciência e a Tecnologia no Estado. São elas: agricultura e o agronegócio, biotecnologia e saúde, energias sustentáveis, cidades inteligentes e sociedade, educação e economia.

As quinze áreas, que orientaram as políticas e as ações em Ciência e Tecnologia nos últimos anos, dão lugar a novas linhas de alta relevância no contexto socioeconômico do Paraná, com foco na transformação digital e no desenvolvimento sustentável.

“Com os investimentos em Ciência e Tecnologia vamos priorizar a pesquisa aplicada e a retomada econômica no Estado, colocando nossas instituições a serviço da sociedade para solucionar problemas e demandas reais”, destacou o superintendente de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Bona.

INVESTIMENTOS – Durante a reunião, realizada na terça-feira (17), o coordenador da Unidade Gestora do Fundo Paraná (UGF), Luiz Cezar Kawano, apresentou o Relatório Operacional Parcial relativo ao exercício de 2020 e a previsão orçamentária para o próximo ano.

Em 2020, a Superintendência Geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, por meio da UGF, investe R$ 107 milhões em projetos e programas estratégicos, nas Universidades Estaduais, Fundação Araucária e Tecpar.

A Superintendência de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, em parceria com a Fundação Araucária, Secretaria de Saúde e a Itaipu Binacional também investiu ao longo deste ano R$ 14,5 milhões em ações de cuidado, prevenção e combate à Covid-19 coordenadas pelas universidades estaduais e pela Universidade Federal do Paraná (UFPR).

“Temos certeza que esse edital de enfrentamento da Covid-19 executado em conjunto foi responsável por salvar inúmeras vidas”, destacou o diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Fundação Araucária, Luiz Marcio Spinosa.

A previsão orçamentária do Fundo Paraná para 2021 é de R$ 80 milhões seguindo a divisão de 40% para a UFG, 40% para Fundação Araucária e 20% para o Tecpar.

Luiz Cezar Kawano, destacou diversos projetos que receberam investimentos em áreas prioritárias neste ano e ressaltou que eles atendem a determinação de aproximação entre o setor produtivo e a pesquisa.

“Buscamos ser o Estado mais inovador do País e isso passa diretamente pelos investimentos realizados pelo Fundo Paraná. Os recursos utilizados visam o aumento da competitividade em áreas estratégicas em todas as regiões do Estado, visando o desenvolvimento social sustentável”.

Em 2019, o Tribunal de Contas do Estado (TCE/PR) apurou que o Fundo Paraná investiu 2,22% em Ciência e Tecnologia, superando o limite mínimo de 2,0% estabelecido em Lei.

FUNDO PARANÁ – O Fundo Paraná, instituído pela Lei 12020/98, apoia o desenvolvimento científico e tecnológico do Paraná, por meio do financiamento de programas e projetos de pesquisa, com base nas diretrizes e políticas recomendadas pelo Conselho Paranaense de Ciência e Tecnologia.

Fonte: AENPR