2 de julho de 2019 às 04:17

O juiz federal Paulo Sergio Ribeiro, da 23ª Vara Federal de Curitiba, aceitou nesta segunda-feira (1º) a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) e tornou réus o ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB) e outras seis pessoas, entre elas, o irmão de Richa, o ex-secretário de infra-estrutura do estado Pepe Richa.
A denúncia é referente à irregularidades apontadas pela Operação Piloto, que investiga irregularidades em uma licitação para parceria público privada e obras de exploração e duplicação da PR-323, que liga Maringá, no norte do estado, a Francisco Alves, no noroeste.
Os procuradores da Lava Jato afirmam que Beto Richa recebeu propina da Tucuman, uma das empresas que formaram o consórcio liderado pela Odebrecht, vencedor da licitação de mais de R$ 3 milhões, por meio da entrega de cotas de um imóvel comercial em Curitiba.
Richa vai responder pelos crimes de fraude a licitação, corrupção e lavagem de dinheiro. Esta é a sétima vez que o ex-governador se torna réu, em processos da Justiça Estadual e Federal.
Também se tornaram réus o contador da família Richa, Dirceu Pupo Ferreira, o ex-secretário de Infraestrutura e Logística Ezequias Moreira Rodrigues, os executivos da Tucumann Engenharia Rafael Gluck e José Maria Ribas Mueller, e o ex-secretário especial de Cerimonial e Relações Exteriores Luiz Abi Antoun.
Veja, abaixo, quem são os réus e por quais crimes respondem no processo:
A defesa de Beto Richa informou que vai se manifestar nos autos e afirmou que confia na Justiça.
O advogado Marlus Arns de Oliveira, que atua na defesa de Ezequias Moreira, informou que se manifestará nos autos do processo.
A defesa de Luiz Abi afirmou que vai comprovar a inocência dele na Justiça.
De acordo com o MPF, o nome da operação, que é a 53ª etapa da Lava Jato, faz referência ao codinome usado nas planilhas da construtora Odebrecht para se referir ao ex-governador Beto Richa.
Segundo a investigação, pagamentos milionários foram feitos em favor de agentes públicos e privados no Paraná, em troca de um possível direcionamento do processo licitatório das obras na PR-323.
Conforme a denúncia, em troca de pagamentos de propina, a Odebrecht seria favorecida na licitação das obras na rodovia. A duplicação do trecho nunca saiu do papel.
Fonte: G1PR
Leia também

Polícia
Polícia Ambiental Identifica Desmatamento Irregular em Pinhão
17 de agosto de 2026 às 16:07

Polícia
Polícia Militar Ambiental apreende mais de 800 metros de petrechos de pesca irregular na Represa Salto Santiago
17 de agosto de 2026 às 16:05

Polícia
Polícia Civil prende mulher investigada por tentar matar adolescentes atropeladas em Castro
17 de agosto de 2026 às 14:08

Ministério da Saúde reforça vacinação de crianças e adolescentes contra sarampo, pneumonias e outras doenças

Irati regulariza edital e pode retomar licitação para operar estacionamento rotativo

Tragédia: Acidente entre micro-ônibus da Saúde de Imbituva e carreta deixa ao menos 23 mortos

Casamento coletivo civil gratuito reuniu 67 casais em Prudentópolis.

É com pesar que a Funerária São João e o Plano UNI PAZ, comunicam o falecimento do Sr. Riva Batista dos Santos

FPF define a nova tabela da Copa Paraná 2026

Especialização em Controladoria e Gestão da Unicentro está com inscrições abertas até 31 de agosto

Membros do Conselho Estadual dos Povos e Comunidades Tradicionais são diplomados

Marcos Henrique & Rangel gravam DVD com participações de cantores nacionais

Prudentópolis é o maior produtor de feijão do Paraná com 42 mil toneladas