10 de agosto de 2026 às 20:24

A partir de pedido do Ministério Público do Paraná, a Vara Cível de Castro, nos Campos Gerais, determinou que uma empresa que vem prestando serviços de esportes radicais de alto risco sem autorização suspenda imediatamente todas as operações.
A decisão liminar responde a ação civil pública ajuizada pela 3ª Promotoria de Justiça de Castro após apuração que demonstrou que a empresa vem promovendo, organizando e comercializando, de forma clandestina e sem as mínimas condições técnicas de segurança, atividades de bungee jump, rope jump, rapel e pêndulo humano.
A partir do recebimento de representação anônima em junho deste ano, a Promotoria de Justiça constatou que a empresa possuía alvará municipal restrito a serviços operacionais e comerciais (como limpeza predial, impermeabilização, serviços administrativos e comércio atacadista), sem ter licença ou autorização específica para operar no ramo de turismo de aventura ou esportes de alto risco.
Reiteração – Antes da judicialização pelo Ministério Público, o Município de Castro já havia notificado a empresa e lavrado termo de interdição após fiscalizações em locais como a Ponte Férrea sobre o Rio Iapó e a Rua Antônio Schendroski.
Contudo, o empreendimento manteve a exploração econômica, apenas alterando os locais dos eventos no intuito de esquivar-se da fiscalização municipal – também foram identificadas atividades na Pedreira do Parque Lacustre II. Mesmo sem apresentar a documentação exigida pelos órgãos oficiais, como projetos estruturais, Anotações de Responsabilidade Técnica (ARTs), laudos de equipamentos, plano de gestão de riscos, contingência e atendimento emergencial, a empresa continuou a realizar as atividades e utilizar as redes sociais para atrair o público e divulgar novos eventos.
Na ação, a Promotoria de Justiça demonstra inclusive que as atividades contariam com a participação de crianças e adolescentes, o que torna mais grave a situação.
A decisão determina que a paralisação dure até a regularização cadastral e técnica da empresa junto à Prefeitura, ao Corpo de Bombeiros e demais órgãos competentes, sob pena de multa de R$ 10 mil por ato de descumprimento, que deverá incidir sobre cada salto, evento, contratação ou publicação em redes sociais, entre outras atividades.
No mérito da ação, a Promotoria de Justiça pleiteia ainda a confirmação definitiva da suspensão dos serviços e a condenação da empresa ao pagamento de R$ 50 mil por danos morais coletivos, valor a ser revertido ao Fundo Estadual de Defesa dos Interesses Difusos.
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264
Leia também
Política
Xaxim, Santo Antônio, Barro Branco, Nova Galícia e Barra da Areia serão atendidas com a perfuração de poços
10 de agosto de 2026 às 20:42

Política
Pêssanka vira patrimônio cultural do Paraná com aprovação de projeto de Secretária Márcia Huçulak na Alep
10 de agosto de 2026 às 19:55

Política
Mais de 1 milhão de paranaenses vivem em municípios sem planos de resíduos
10 de agosto de 2026 às 13:51

Ministério da Saúde reforça vacinação de crianças e adolescentes contra sarampo, pneumonias e outras doenças

Motorista sofre lesões graves em acidente na BR-153, em Rio Azul
Xaxim, Santo Antônio, Barro Branco, Nova Galícia e Barra da Areia serão atendidas com a perfuração de poços

Prefeito Adelmo fala sobre as comemorações pelos 120 anos de Prudentópolis. VÍDEO!

É com pesar que a Funerária São João e o Plano UNI PAZ, comunicam o falecimento do Sr. Riva Batista dos Santos

Prude Futsal vence ACAF Capanema de virada e fica muito perto da classificação

Agosto Lilás e 20 anos da Lei Maria da Penha: Paraná ultrapassa os 11.700 casos de violações contra a mulher em 2026

Marcos Henrique & Rangel gravam DVD com participações de cantores nacionais

Membros do Conselho Estadual dos Povos e Comunidades Tradicionais são diplomados

Prudentópolis é o maior produtor de feijão do Paraná com 42 mil toneladas